Empresas do Rio Grande do Sul que não integram corretamente a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) aos meios de pagamento eletrônico já estão sendo autuadas. As multas podem ultrapassar R$ 8.497,92 por equipamento irregular, por mês. A medida busca combater a sonegação e garantir concorrência justa entre os negócios.IntroduçãoApós dois anos de período de adaptação e orientação, a Receita Estadual do Rio Grande do Sul iniciou uma nova etapa de fiscalização: autuações contra empresas que não cumprem a obrigatoriedade de integrar a emissão da NFC-e aos meios de pagamento eletrônico. A medida, conhecida como “Nota Integrada”, tem impacto direto na rotina de empresários e lojistas, exigindo atenção imediata para evitar penalidades severas. O que está acontecendo
- Desde 1º de janeiro de 2024, todos os estabelecimentos que realizam vendas presenciais devem emitir NFC-e integrada aos meios de pagamento.
- Em 2026, a Receita Estadual passou a autuar empresas com baixa adesão.
- Multas: R$ 8.497,92 por equipamento irregular, por mês.
- Penalidades adicionais: apreensão de equipamentos em desacordo com a legislação.
- Financeiros: multas elevadas e risco de apreensão de equipamentos.
- Operacionais: necessidade de adequação imediata dos sistemas de emissão fiscal e meios de pagamento.
- Concorrenciais: empresas regulares ganham vantagem competitiva, enquanto irregulares ficam sujeitas a sanções.
- Gestão: integração simplifica processos, agiliza vendas e melhora controle financeiro.
- Verificar se todos os equipamentos estão integrados corretamente.
- Contatar fornecedores de sistemas e operadoras de pagamento para ajustes técnicos.
- Consultar o Painel de Conformidade no Portal e-CAC da Receita Estadual.
- Buscar apoio de contadores, que têm acesso ao percentual de integração das notas emitidas.